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O SACI - 2016 (Novo projeto gráfico)

Terceiro livro da nova coleção da Globinho das obras de Monteiro Lobato para crianças, O Saci foi um marco na literatura infantojuvenil brasileira. Foi através das histórias da figura enigmática de um duendezinho de uma perna só, o Saci, que Monteiro Lobato consegue a façanha de elevar a infância brasileira ao mesmo nível daquela que inspirou os contos universais. Fadas, princesas e ogros são bem-vindos ao imaginário infantil assim como são as aventuras no Sítio do Picapau Amarelo, onde as crianças podem se sentir identificadas com sua própria cultura e pensar o mundo com respeito à natureza e a seus seres. No novo projeto da Globinho, tal como nos dois primeiros títulos lançados (Reinações de Narizinho e Caçadas de Pedrinho), a história original ganha as ilustrações e projeto gráfico de Eloar Guazzelli (Prêmio HQ 2015). Ziraldo, que assina o prefácio do livro, se diz fascinado pelo Saci, sendo essa a razão de transformá-lo no personagem principal da revista em quadrinhos criada por ele em 1960, a Perequê. “Saci, como todo mundo sabe, é uma espécie de duende negro que habita a floresta brasileira e o imaginário popular do Brasil inteiro”, afirma o cartunista. A narrativa parte da curiosidade de Pedrinho, neto de Dona Benta, que costuma passar as férias no Sitio do Picapau Amarelo, a respeito de um ser enigmático da floresta que está sempre com um gorro vermelho e fumando cachimbo. Destemido, o garoto não tem medo de urutus, onças, vespas nem de cobras, mas descobre seu pavor de saci, assim como o sentem todas as outras crianças. Porém, Pedrinho decide enfrentar seus medos e pede ajuda ao sabido Tio Barnabé, um negro de mais de oitenta anos que mora no rancho coberto de sapé. Impressionado com a conversa sobre as travessuras do saci, o menino passou a só pensar no duende e a enxergá-lo por toda a parte. Um dia, tomou coragem e resolveu pegar um. O encontro com “o saci”, no entanto, se torna muito mais do que a prova da coragem de Pedrinho e se transforma em uma grande amizade entre os dois, vivida intensamente ao lado de seres fantásticos do folclore brasileiro, como o Curupira, o Caipora, o boitatá, o lobisomem, a mula sem cabeça, a cuca e outros.

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